sexta-feira, 15 de julho de 2011

Consórcios viram o negócio do futuro


PLANOS
Pesquisa revela que 73,2% ainda pretendem aderir a esse investimento


Consórcio é o negócio do futuro. Literalmente. De acordo com pesquisa feita recentemente pela Quórum Brasil, 53% dos consumidores brasileiros entendem essa modalidade de financiamento como um investimento e nada menos que 73,2% deles que ainda não aderiram a um consórcio demonstram a intenção de fazê-lo. "Isso mostra que o brasileiro entende perfeitamente o sistema, os números dessa pesquisa mostram claramente essa realidade", explica o presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Fabiano Lopes Ferreira. "Dizer que só uma ou duas classes compram consórcio é errado. Hoje em dia, com os prazos reajustados e juros que não chegam nem a meio por cento, até a classe E pode aderir", afirma.

"Mais que no passado, o consumidor entende como funciona um consórcio. Não é à toa que 94% dos entrevistados se dizem satisfeitos com esse tipo de financiamento, sendo que a pesquisa ouviu 700 pessoas, metade deles contemplados e a outra metade de não contemplados. Desde 1962, quando foram criados os primeiros consórcios no Brasil, o carro-chefe sempre foi o de automóveis mas com a ampliação permitida em lei desde 2009, serviços também podem entrar no esquema, sendo que hoje é possível ter consórcio de praticamente qualquer coisa, até para pagar festa de formatura, honorários de profissionais liberais e crédito para reforma de imóveis", enumera Fabiano.

De acordo com os dados da pesquisa, houve um crescimento de 152,3% de adesões a consórcios na classe C e, atualmente, 68,6% dos consórcios são pagos para motos, 67,7% são pagos para carros e 65% são pagos para imóveis. "A penetração da modalidade acontece em todas as camadas da sociedade, as classes D e E também estão comprando consórcios. Prevalece a compra, obviamente, no meio da população economicamente ativa, mas todas as faixas etárias são encontradas nesse mercado", diz. "Dizem que a classe A não compra, mas não é verdade. A gente vê o pai começando a pagar consórcio de carro para o filho quando ele completa 14, 15 anos. As empresas também estão adquirindo esse tipo de financiamento, portanto, há uma série de fatores que explicam esse crescimento tão significativo", reforça o presidente da Abac.

Um comentário:

  1. Certamente o consórcio esta sendo uma alternativa para fianciamento de bens, no entanto as administradoras precisam melhorar e muito os serviços prestados para atender a demanda.
    Hoje o atendimento é um caos, sem contar os abusos!!
    www.nacionalconsorcios.com.br

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