sexta-feira, 15 de julho de 2011

Consórcios viram o negócio do futuro


PLANOS
Pesquisa revela que 73,2% ainda pretendem aderir a esse investimento


Consórcio é o negócio do futuro. Literalmente. De acordo com pesquisa feita recentemente pela Quórum Brasil, 53% dos consumidores brasileiros entendem essa modalidade de financiamento como um investimento e nada menos que 73,2% deles que ainda não aderiram a um consórcio demonstram a intenção de fazê-lo. "Isso mostra que o brasileiro entende perfeitamente o sistema, os números dessa pesquisa mostram claramente essa realidade", explica o presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), Fabiano Lopes Ferreira. "Dizer que só uma ou duas classes compram consórcio é errado. Hoje em dia, com os prazos reajustados e juros que não chegam nem a meio por cento, até a classe E pode aderir", afirma.

"Mais que no passado, o consumidor entende como funciona um consórcio. Não é à toa que 94% dos entrevistados se dizem satisfeitos com esse tipo de financiamento, sendo que a pesquisa ouviu 700 pessoas, metade deles contemplados e a outra metade de não contemplados. Desde 1962, quando foram criados os primeiros consórcios no Brasil, o carro-chefe sempre foi o de automóveis mas com a ampliação permitida em lei desde 2009, serviços também podem entrar no esquema, sendo que hoje é possível ter consórcio de praticamente qualquer coisa, até para pagar festa de formatura, honorários de profissionais liberais e crédito para reforma de imóveis", enumera Fabiano.

De acordo com os dados da pesquisa, houve um crescimento de 152,3% de adesões a consórcios na classe C e, atualmente, 68,6% dos consórcios são pagos para motos, 67,7% são pagos para carros e 65% são pagos para imóveis. "A penetração da modalidade acontece em todas as camadas da sociedade, as classes D e E também estão comprando consórcios. Prevalece a compra, obviamente, no meio da população economicamente ativa, mas todas as faixas etárias são encontradas nesse mercado", diz. "Dizem que a classe A não compra, mas não é verdade. A gente vê o pai começando a pagar consórcio de carro para o filho quando ele completa 14, 15 anos. As empresas também estão adquirindo esse tipo de financiamento, portanto, há uma série de fatores que explicam esse crescimento tão significativo", reforça o presidente da Abac.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

CONSÓRCIOS DE AUTOMÓVEIS E DE MOTOS BATEM RECORDES HISTÓRICOS DE VENDAS DE COTAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE PESQUISA SINALIZA CRESCIMENTO EM 2011


CONSÓRCIO É UMA FORMA DE POUPAR QUE PROMOVE O CONSUMO RESPONSÁVEL E O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
Com a venda de setenta e duas mil novas cotas de veículos leves em março deste ano, o Sistema de Consórcios registrou recorde histórico no setor, que inclui automóveis, utilitários e camionetas. No acumulado do trimestre, a soma atingiu 198,8 mil, ficando 54,3% maior que o mesmo período de 2010, quando chegou a 128,8 mil.  Os dados continuam demonstrando o interesse do brasileiro em adquirir seu carro, zero ou usado, de forma planejada e econômica.

Outro recorde histórico registrado aconteceu no setor de motocicletas e motonetas, com as novas cotas vendidas chegando a 119,5 mil, em março. Entre janeiro e março, o total atingiu 336 mil, 19,7% mais que o acumulado no mesmo trimestre de 2010, que apontou 280,7 mil. O impulso nas adesões provoca, no médio prazo, aumento nas contemplações mensais e por conseqüência, gradativamente, uma maior presença nas vendas no mercado interno de motos.

Nos consórcios de imóveis, a comercialização de novas cotas nos três primeiros meses do ano atingiram 57 mil cotas, 11,3% mais que as 51,2 mil (jan-mar/2010) anteriores. Mês após mês em 2011, houve um crescimento constante. Em janeiro foram 15,6 mil; em fevereiro houve 19,6 mil, e em março a soma esteve em 21,8 mil unidades (recorde deste ano).

No setor de serviços, a alta trimestral superou os 100%. As novas adesões aos grupos aumentaram 142,9%, subindo de 1.235 (jan-mar/2010) para três mil (jan-mar/2011).

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, “os dados ratificaram a pesquisa feita pela Quorum Brasil, a pedido da ABAC, que, entre potenciais compradores entrevistados (não consorciados), 73,2% apontaram, em resposta múltipla, desejo de adesão a grupos de serviços, 68,6% para motocicletas, 67,4% para automóveis e 65,0% em imóveis. Aliás, setores que registraram crescimentos”.

Na pesquisa, as questões foram aplicadas em 49,4% de consorciados contemplados e 50,6% de não contemplados, cujos primeiros resultados mostraram mais que uma duplicação da presença da classe C nos setores de automóveis (158,3%) e motocicletas (153,6%), entre 2010 e 2006.
Paralelamente, as mulheres ampliaram sua participação nas decisões de compra de cotas, especialmente nos eletroeletrônicos (105%), caminhões (92,9%) e imóveis (70,8%), enquanto o número de jovens (20 a 29 anos) aumentou nos consórcios de automóveis (120%) e imóveis (50%).

Entre os vários aspectos destacados naquele levantamento foi a associação feita pelo consumidor à palavra consórcio que, para 53% dos entrevistados, significa investimento a longo prazo, facilidade em adquirir um bem, poupança a longo prazo e financiamento sem juros. Ao pensar na formação de seu patrimônio, o brasileiro revelou também que considera o consórcio como um bem de futuro, incluindo-o entre os seus três principais objetivos, ao lado do imóvel e da caderneta de poupança.

NO ANO, SISTEMA CHEGA A 4,25 MILHÕES DE PARTICIPANTES ATIVOS
Na totalização do Sistema de Consórcios que reúne imóveis, eletroeletrônicos, serviços e veículos automotores, o acumulado de janeiro a março registrou crescimento de 25,9% na comercialização de novas cotas, atingindo 619,1 mil contra 491,7 mil, no mesmo período do ano passado.

O número de participantes ativos subiu de 3,84 milhões (mar/2010) para 4,25 milhões (mar/2011) apresentando uma elevação de 10,7%.  As contemplações, nesse período, totalizaram 264,5 mil (jan-mar/2011), 10,6% mais que as 239,1 mil (jan-mar/2010) anteriores.

 “Além da expectativa da expansão econômica brasileira em vários setores, favorecendo consequentemente o mercado de trabalho com uma projeção de 1,7 milhão de novos empregos este ano, há ainda a indicação do Sistema como alternativa para aquisição de bens e serviços, apontada em 53% das respostas espontâneas, na respectiva pesquisa. Por isso, não temos dúvidas em afirmar que o interesse do consumidor em planejar seu futuro, investindo principalmente em bens duráveis como veículos e imóveis, além dos serviços, está nos consórcios”, completa Rossi.

CONSÓRCIO, UMA FORMA DE POUPAR
A característica principal dos consórcios vai ao encontro das metas das autoridades governamentais que focam a poupança e a moderação do consumo presente. Esse mecanismo genuinamente nacional possibilita a melhoria do planejamento, estimula a educação financeira e a disciplina do orçamento doméstico.

Os números atuais do Sistema refletem o consumo responsável de pessoas que programam suas compras, alocando mensalmente parte de sua renda para aquisição de bens ou serviços.  O participante que aderir a um grupo de consórcio poderá realizar seu sonho de consumo com custos mais baixos. Ao ser contemplado, o consorciado poderá utilizar seu crédito com o poder de quem compra à vista, ou seja, poderá barganhar e obter bons descontos.

Desde a adesão ao grupo, o consumidor tem a liberdade de escolha de plano comparando custos entre administradoras de consórcios atuantes no mercado, devidamente autorizadas pelo Banco Central do Brasil.
Ao contribuir com a política pública, estimula a cultura de poupança com o objetivo definido, visando a aquisição futura de bens de maior valor do consumidor. Dispensa ainda dinheiro público, pois se trata de um autofinanciamento, ou seja, os próprios participantes se financiam mútua e reciprocamente, visando a formação de patrimônio pessoal, familiar ou empresarial.

Paralelamente, todos os elos da cadeia produtiva (indústria, comércio e prestação de serviços) têm assegurada a continuidade dos seus negócios à medida que os participantes do Sistema são contemplados, mês após mês, ao longo do prazo de duração dos grupos, permitindo a programação de produção em carteira de pré-venda, sem gerar impacto inflacionário nos preços já que a venda futura torna-se planejada e segura.
RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
NO PRIMEIRO TRIMESTE, O CRESCIMENTO CONFIRMA A EXPECTATIVA PROJETADA PARA O SISTEMA DE CONSÓRCIOS PARA 2011

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO
 - R$ 3,8 BILHÕES (DEZEMBRO/2010)

VOLUME DE NEGÓCIOS
 - R$ 18,2 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2011)
 - R$ 13,3 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 36,8%

ATIVOS ADMINISTRADOS
 - R$ 94,0 BILHÕES (DEZEMBRO/2010)
 - R$ 78,0 BILHÕES (DEZEMBRO/2009)
   CRESCIMENTO: 20,5%

TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES ARRECADADOS
  - R$ 957,0 MILHÕES (JANEIRO- DEZEMBRO/2010)
  - R$ 818,0 MILHÕES (JANEIRO- DEZEMBRO/2009)
  CRESCIMENTO: 17,0%

EMPREGOS GERADOS
  - 50 MIL EMPREGOS* DIRETOS E INDIRETOS
  *ESTIMATIVA
NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC
NOVAS ADESÕES MANTÊM ALTA SUPERIOR A 25%, PORCENTUAL ACIMA DO ESTIMADO (7% A 8%) PARA O ANO
- PARTICIPANTES (CONSORCIADOS)
   - 4,25 MILHÕES (EM MARÇO/2011)
   - 3,84 MILHÕES (EM MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 10,7%

- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 619,1 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 491,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 25,9%

- CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 264,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 239,1 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 10,6%

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SEGMENTOS:
VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERALVENDAS TRIMESTRAIS DE NOVAS COTAS SUPERARAM 30% NESTE SETOR QUE CONTA COM MAIS DE 80% DO SISTEMA

- PARTICIPANTES  (CONSORCIADOS)
   - 3,57 MILHÕES (EM MARÇO/2011)
   - 3,19 MILHÕES (EM MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 11,9 %

- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 545,6 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 418,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 30,4%

- CONTEMPLAÇÕES  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 235,9 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 210,6 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 12,0%

MOTOCICLETAS E MOTONETASENQUANTO AS VENDAS DE NOVAS COTAS MOSTRARAM UM CRESCIMENTO DE QUASE 20%, AS CONTEMPLAÇÕES NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2011 REPRESENTARAM 32% NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO

- PARTICIPANTES  (CONSORCIADOS)
   - 2,15 MILHÕES (EM MARÇO/2011)
   - 2,03 MILHÕES (EM MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 5,9%

- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 336,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 280,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 19,7%

- CONTEMPLAÇÕES  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 161,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 153,4 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 5,0%

- TICKET MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
   - R$  8,9 MIL (MARÇO/2011)
   - R$  9,4 MIL (MARÇO/2010)
   RETRAÇÃO: 5,3%

VEÍCULOS LEVES   (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)
ALÉM DO RECORDE HISTÓRICO MENSAL HOUVE AINDA 55% DE ALTA NAS VENDAS TRIMESTRAIS DE NOVAS COTAS

- PARTICIPANTES  (CONSORCIADOS)
   - 1,25 MILHÃO (EM MARÇO/2011)
   - 1,00 MILHÃO (EM MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 25,0%

- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 198,8 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 128,8 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 54,3%

- CONTEMPLAÇÕES  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 68,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 51,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 33,3%

- TICKET MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
   - R$ 41,9 MIL (MARÇO/2011)
   - R$ 39,6 MIL (MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 5,8%
VEÍCULOS PESADOS  (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMI-REBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
NOS TRÊS PRIMEIROS MESES AS VENDAS DE NOVAS COTAS CRESCERAM 22,5%

- PARTICIPANTES  (CONSORCIADOS)
   - 170,8 MIL (EM MARÇO/2011)
   - 162,3 MIL (EM MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 5,2 %

- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 10,9 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   -   8,9 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 22,5%

- CONTEMPLAÇÕES  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 6,9 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 6,1 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 13,1%

- TICKET MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
   - R$ 140,5 MIL (MARÇO/2011)
   - R$ 128,7 MIL (MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 9,2 %
IMÓVEISA UTILIZAÇÃO DO FGTS PARA AMORTIZAÇÃO OU QUITAÇÃO DE PARCELAS SOMOU R$ 66 MILHÕES DE MARÇO DE 2010 A MARÇO DE 2011, POR 3.820 PARTICIPANTES DO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS

- PARTICIPANTES  (CONSORCIADOS)
   - 592,0 MIL (EM MARÇO/2011)
   - 546,2 MIL (EM MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 8,4%

- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 57,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 51,2 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 11,3%

- CONTEMPLAÇÕES  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 19,4 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 17,9 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 8,4%

- TICKET MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
   - R$ 97,5 MIL (MARÇO/2011)
   - R$ 85,3 MIL (MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 14,3%
- UTILIZAÇÃO DO FGTS (VALOR UTILIZADO PARA AMORTIZAÇÃO OU QUITAÇÃO DE PARCELAS NO PERÍODO DE MARÇO/2010 A MARÇO/2011)
   - 3.820 PARTICIPANTES
   - R$ 66,0 MILHÕES
   Fonte: GEPAS/ CAIXA
ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEISAUMENTO DO TICKET MÉDIA APONTA PROCURA POR BENS DE MAIOR VALOR
- PARTICIPANTES  (CONSORCIADOS)
   - 84,0 MIL (EM MARÇO/2011)
   - 97,4 MIL (EM MARÇO/2010)
   RETRAÇÃO: 13,8%
- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 13,6 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 20,8 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   RETRAÇÃO: 34,6%
- CONTEMPLAÇÕES  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   -   8,8 MIL (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 10,3 MIL (JANEIRO-MARÇO/2010)
   RETRAÇÃO: 14,6%
- TICKET MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
   - R$ 3,4 MIL (MARÇO/2011)
   - R$ 3,2 MIL (MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 6,2%
SERVIÇOSUM TRIMESTRE QUE MOSTROU CRESCIMENTO DE 142,9% NA COMERCIALIZAÇÃO DE NOVAS COTAS EM RELAÇÃO A 2010
- PARTICIPANTES  (CONSORCIADOS)
   - 8.250 (EM MARÇO/2011)
   - 4.035 (EM MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 104,5%
- VENDAS DE NOVAS COTAS  (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 3.000 (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 1.235 (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 142,9%
- CONTEMPLAÇÕES  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE ADQUIRIR SERVIÇOS)
   - 580 (JANEIRO-MARÇO/2011)
   - 274 (JANEIRO-MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 111,7%
- TICKET MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
   - R$ 6,8 MIL (MARÇO/2011)
   - R$ 5,8 MIL (MARÇO/2010)
   CRESCIMENTO: 17,2%
Recente pesquisa feita (março/2011) pela assessoria econômica da ABAC junto a 22 administradoras de consórcios que atuam nesse mercado, considerando dados até janeiro, apontou faixas de crédito variando entre R$ 1.250,00 e R$ 38.000,00, com predominância entre R$ 5.000,00 e R$ 10.000,00, tendo o IGPM como índice.
Entre os consorciados já contemplados, ao longo dos últimos dezoito meses, que já utilizaram seus créditos, 29% foram em Eventos e Festas, 16% em Saúde e Estética, 9% em Viagens e Turismo, 5% em Educação e 41% em outros tipos de serviços.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Com a alta dos juros, consórcio é mais vantajoso que financiamento.

Matéria veiculada pela Folha.com destaca que, com consórcio, o imóvel pode sair pela metade de um financiamento. Segundo a matéria, com a alta de juros, dos últimos meses os financiamentos ficaram mais caros neste ano e o consórcio, como uma espécie de poupança coletiva, não cobra juros.
O comparativo conseguido pelo jornal mostra que, em comparação ao financiamento, o consórcio permite economizar mais de 100% do valor do imóvel em juros.



Para saber mais sobre consorcios, acesse 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Consórcio: 149,7 mil cotas de veículos são contempladas no primeiro bimestre

O segmento de veículos registrou, no primeiro bimestre de 2011, 149,7 mil cotas contempladas de consórcio. O número é 6,3% superior ao mesmo período de 2010 (140,8 mil cotas).

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (18) pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), mostram também que as novas cotas comercializadas aumentaram 11,4% no bimestre, totalizando 291,4 mil.
Quanto ao número de participantes ativos, o segmento também registrou alta, de 8,2%, totalizando 3,42 milhões de consorciados nos até o final de fevereiro.
Considerando todos os grupos - veículos, imóveis, bens móveis duráveis e serviços -, o de participantes ativos no sistema de consórcio chega a 4,09 milhões no primeiro bimestre de 2011.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Saiba mais sobre o sistema de Consórcios...

Palavra do Consorciado

O Sistema de Consórcios


O Sistema de Consórcios é modalidade de acesso ao mercado de consumo baseado na união de pessoas físicas ou jurídicas, em grupo fechado, cuja finalidade é formar poupança comum destinada a aquisição de bens móveis, imóveis e serviços, por meio de autofinanciamento.

O princípio do Sistema de Consórcios é o seguinte: os consorciados, também conhecidos por cotistas, contribuem com parcela destinada à formação de poupança comum. Todos os participantes do grupo têm assegurado o direito de utilizar essa poupança para a aquisição de bem ou serviço, de acordo com as regras previstas no contrato do grupo. Ou seja: as contribuições pagas ao grupo destinam-se, periodicamente, a contemplar seus integrantes com crédito que será destinado à compra de bem ou aquisição de serviço. Portanto, consórcio é a arte de poupar em grupo.

Se você não precisa de imediato de um determinado bem ou serviço e se puder aplicar parte de sua renda, aquela que não será utilizada como despesa, você tem o perfil de um poupador e portanto, de um consorciado.

Administradora de Consórcios



A Administradora de Consórcios é empresa autorizada pelo Banco Central do Brasil, que tem por objeto social organizar e administrar grupos de consórcio.


Prazos de Duração dos Grupos - Bens e Serviços que Poderão ser Objeto do Contrato de Consórcio



O prazo de duração do grupo é o lapso de tempo que o consorciado dispõe para o pagamento do crédito contratado. Esse prazo será prefixado pela administradora e constará obrigatoriamente de contrato.
O grupo de Consórcio poderá ser referenciado em bens móveis ou conjunto de bens móveis, em bem imóvel ou em serviço ou conjunto de serviços de qualquer natureza. O grupo poderá ser, ainda, constituído por bens ou serviços de preços diferenciados pertencentes a uma das seguintes classes:
Classe I: veículo automotor (automóveis, camionetas, utilitários, buguies, motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos, ônibus, microônibus, caminhões, tratores etc), aeronave, embarcação, máquinas e equipamentos.
Classe II: produtos eletroeletrônicos e demais bens móveis duráveis ou conjunto de bens móveis, nacionais ou importados, excetuados os referidos na Classe I.
Classe III: bens imóveis que poderão ser residenciais, comerciais, rurais, construídos ou na planta e terrenos, incluindo-se reforma e imóvel vinculado a empreendimento imobiliário.
Classe IV: serviço de qualquer natureza.

Prestações



A data de vencimento da prestação é fixada pela administradora, podendo ou não ser mensal. O consorciado obriga-se a pagar, na periodicidade indicada em contrato, prestação cujo valor será a soma das importâncias referentes ao fundo comum, ao fundo de reserva (se existente), seguro (se contratado) e à taxa de administração.
EXEMPLO
COMO CALCULAR O FUNDO COMUM, A TAXA DE ADMINISTRAÇÃO
E O FUNDO DE RESERVA
INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS:
a) Prazo de Duração do Plano: 50 meses;
b) Valor do Bem ou Serviço: R$ 24.000,00
c) Periodicidade dos Pagamentos: mensal;
d) Percentual de Fundo Comum Contratado: !00% (cobrança homogênea)
e) Taxa de Administração Total: 15%;
f) Fundo de Reserva Total: 2%.
a) Fundo Comum (FC): É o valor que todo consorciado paga para formar um fundo destinado a atribuir crédito para aquisição do bem ou serviço. Como a referência do Consórcio é o valor do bem ou serviço indicado no contrato, a contribuição ao fundo comum é calculada tomando-se por base o respectivo preço vigente no dia da assembléia de contemplação.
Normalmente a contribuição para o Fundo Comum é obtida mediante a divisão percentual do preço do bem ou serviço contratado pelo número de meses de duração do grupo (contribuição homogênea). No entanto, poderá a administradora fixar percentual variável de contribuição ao fundo comum (contribuição heterogenia), desde que o somatório destas contribuições seja igual à totalidade de fundo comum contratado.
Calculando o Fundo Comum - cobrança homogênea:

100%
(FC percentual contratado)
÷
50 meses
(duração do grupo)
=
2%
(percentual mensal de
Fundo Comum )
R$ 24.000,00
(valor do bem ou serviço)
x
2%
(percentual do FC)
=
R$ 480,00
(valor do FC)

b) Taxa de Administração (TA): A taxa de administração, indicada no contrato, é a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, organização e administração do grupo até o seu encerramento. A taxa de administração não se confunde com os juros cobrados nas modalidades de financiamento e a administradora é livre para fixar seu percentual.
No exemplo abaixo, você poderá verificar que a taxa de 15% está diluída nos 50 meses do plano, resultando apenas 0,3% incidente mensalmente sobre o valor do bem ou serviço contratado.
Calculando a Taxa de Administração - cobrança homogênea:

15%
(TA percentual contratado)
÷
50 meses
(duração do grupo)
=
0,3%
percentual de TA
mensal
R$ 24.000,00
(valor do bem)
x
0,3%
(percentual da TA)
=
R$ 72,00
(valor da TA)

c) Fundo de Reserva (FR): Trata-se de fundo de proteção destinado a garantir o funcionamento do grupo em determinadas situações.
O consorciado estará sujeito ao pagamento deste fundo desde que sua cobrança esteja prevista em contrato. O raciocínio é o mesmo adotado para a taxa de administração. No exemplo abaixo, o fundo de reserva, também incidente sobre o valor do bem ou serviço contratado, está diluído nos 50 meses.
É importante observar que se houver recursos nesse fundo quando do encerramento do grupo, serão devolvidos proporcionalmente aos consorciados.
Calculando o Fundo de Reserva

2%
(percentual de FR contratado)
÷
50 meses
duração do
grupo
=
0,04%
percentual de FR
mensal
R$ 24.000,00
(valor do bem)
x
0,04%
(percentual do FR)
=
R$ 9,60
(valor do FR)

d) Seguro: Se previsto no contrato, o consorciado estará sujeito, ainda, ao pagamento de prêmios de seguro, nos termos do contrato. Como exemplo, podemos citar o seguro de quebra de garantia, o seguro de vida e o seguro desemprego.
O seguro de quebra de garantia é contratado em favor do grupo e se destina a cobrir o inadimplemento no pagamento das prestações vincendas dos consorciados contemplados. O seguro de vida em grupo se destina a pagar as prestações vincendas em caso de falecimento do consorciado. Já o seguro desemprego visa garantir o pagamento de algumas prestações caso o cotista venha a perder o emprego.
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Agora já estamos em condições de calcular a prestação mensal:
Valor do Bem ou serviço: R$ 24.000,00
a) Fundo Comum:
2,0 %
R$ 480,00
b) Taxa de Administração:
0,3 %
R$ 72,00
c) Fundo de Reserva:
0,04 %
R$ 9,60
------------
Prestação do Mês = FC + TA + FR =
R$ 561,60

Obs.: No exemplo, não estão considerados prêmios de seguro.
Importante: Os percentuais de pagamento citados acima são meramente exemplificativos. Verifique sempre os percentuais constantes do contrato que você está assinando.


Contemplação



A contemplação é a atribuição ao consorciado do crédito para a aquisição de bem ou serviço, bem como para a restituição das parcelas pagas, no caso dos consorciados excluídos cujo grupo tenha sido constituído a partir de 06 de fevereiro de 2009.
Duas são as modalidades de contemplação:
Sorteio - a contemplação por essa modalidade reflete a própria essência do Consórcio, de vez que todo consorciado ativo em dia com o pagamento de suas contribuições e o consorciado excluído concorrem em absoluta igualdade de condições.
É consorciado ativo aquele que mantém vínculo obrigacional com o grupo, excetuado o participante inadimplente não contemplado e o excluído.
Para assegurar seu direito de participar do sorteio verifique no contrato quais as condições exigidas.
Lance - após a realização do sorteio, será admitida a contemplação mediante o oferecimento de lance pelos consorciados ativos. Os critérios para oferta e desempate de lances serão definidos em contrato. Portanto, verifique no contrato, que você assinou, as condições para participar do sistema de lance.
É admitida, desde que previsto em contrato, a contemplação por meio de lance embutido, que nada mais é do que a oferta de recursos mediante utilização de parte do valor do crédito previsto para distribuição na respectiva assembléia.
No caso de Consórcio de imóvel residencial, o consorciado poderá utilizar o saldo da sua conta vinculada ao FGTS para ofertar lance embutido, conforme as atuais regras constantes do manual da Caixa Econômica Federal, órgão gestor do FGTS. Verifique, também, o contrato de participação em grupo de Consórcio para aquisição de imóvel .

Utilização do Crédito Contemplado



O consorciado contemplado poderá utilizar o crédito para adquirir o bem, conjunto de bens ou serviço, conforme estabelece o contrato.
Para utilizar o crédito, o consorciado ativo contemplado deverá apresentar garantias ao grupo, que estarão indicadas no contrato firmado. O contemplado poderá determinar o momento da aquisição e indicar a pessoa vendedora do bem ou prestador do serviço.
O consorciado contemplado deverá comunicar a sua opção de compra à administradora, formalmente, com os seguintes dados:
a) a identificação completa do contemplado e do vendedor do bem ou prestador do serviço, com endereço e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF/MF) ou do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ/MF); e
b) as características do bem, conjunto de bens, serviço ou conjunto de serviços objeto da opção e as condições de pagamento acordadas entre o contemplado e o vendedor ou fornecedor.
O consorciado contemplado poderá utilizar até 10% de seu crédito para pagamento de despesas vinculadas ao bem ou serviço, que está adquirindo, relativamente às despesas com transferência de propriedade, tributos, registros cartoriais, instituições de registro e seguros .
No caso de aquisição de imóvel residencial, o consorciado poderá utilizar o saldo da sua conta vinculada ao FGTS para complementar seu crédito, adquirindo, assim, um imóvel de valor superior ao seu crédito, conforme as atuais regras constantes do manual da Caixa Econômica Federal, órgão gestor do FGTS.
O contemplado poderá destinar o crédito para a quitação total de financiamento de sua titularidade, sujeita à prévia anuência da administradora e ao atendimento de condições estabelecidas no contrato de consórcio.
O consorciado contemplado poderá, ainda, solicitar a conversão do crédito em dinheiro, após 180 dias da contemplação. Para tanto, deverá pagar integralmente o débito junto ao grupo e à administradora, cujo valor poderá ser deduzido do crédito a que tem direito.


fonte : Abac